O Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac), promoveu um encontro com as equipes da Comissão Técnica da Rota da Farinha (CGT), nesta quarta-feira, 2, para buscar celeridade ao procedimento de licenciamento ambiental simplificado das casas de farinha dos municípios sergipanos de Macambira, Campo do Brito e São Domingos. No encontro, foi apresentado aos envolvidos um estudo acadêmico com soluções para minimizar os impactos da produção da farinha, por meio de filtros e fornos mais eficientes.
A secretária de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas, Deborah Dias, explica que a implantação da Rota da Farinha é uma iniciativa da gestão estadual que busca oferecer imersão na biodiversidade e na cultura local, com foco na preservação ambiental e no desenvolvimento sustentável. “O grupo tem como objetivo o fortalecimento da cadeia produtiva de mandioca e a Semac está contribuindo para possibilitar que áreas ambientais favoreçam essas atividades econômicas diferentes, mas com a garantia de sustentabilidade. É o que estamos fazendo com um dos principais destaques do roteiro, que é o potencial das áreas naturais incluídas no mosaico das unidades de conservação do Complexo Serra da Miaba, que está em fase final de criação”, detalha Deborah.
Para a gerente de Áreas Protegidas e Florestas de Sergipe, Valdelice Barreto, a reunião foi muito proveitosa para avançar nas tratativas. “Estamos buscando minimizar o impacto das casas de farinha, tratando como um projeto socioambiental para fomentar o ecoturismo na região da Serra da Miaba e proporcionar um turismo de experiência nas casas de farinha, culminando com a criação da unidade de conservação”, avaliou.
Visto que a mandioca é um indicador do avanço da destruição dos recursos florestais, o professor do Departamento de Engenharia Ambiental da Universidade Federal de Sergipe (UFS), José Jailton Marques, detalhou a sua pesquisa sobre a adequação tecnológica de fornos para casas de farinha, mostrando possíveis meios de redução de consumo de madeira como combustível, permitindo a utilização de outros combustíveis, garantindo boa eficiência de queima e maior aproveitamento técnico em relação aos fornos convencionais.
O diretor de Cultura e Turismo de Campo do Brito, Daniel Souza de Jesus, representou o prefeito do município, Manoel Médici, na reunião. “A sustentabilidade é o tema foco hoje em dia e as casas de farinha não podem ser deixadas de lado. A simplificação do seu processo de licenciamento e o ordenamento da produção também é muito importante nesse sentido. É um projeto visando o futuro. Para se ter uma ideia da relevância, em Campo do Brito, contamos com 600 casas de farinha. Mais de 60% garantido da renda do município em produção vem das casas de farinha. Então, a regulamentação vai ajudar bastante os nossos produtores” ressalta.
Entre os presentes, estiveram o secretário-executivo da Semac, Samir Souza Felipe; o prefeito de São Domingos, José Vagner de Oliveira; o prefeito de Macambira, José Carivaldo de Souza; o representante da Prefeitura de Campo do Brito, Daniel Souza de Jesus; os representantes da Associação das Casas de Farinha, Luiz Carlos da Lapa Santos e Carlos Lapa Santos; além do gerente de desenvolvimento Territorial do Banco do Nordeste em Sergipe, Lenin Fúlvio Matias Falcão de Freitas; do agente de desenvolvimento da Secretaria de Estado do Turismo de Sergipe, Valmir Lima de Santana; da diretora-técnica da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), Ingrid Cavalcanti Feitosa; da engenheira ambiental da Adema, Thássia Luiza Santana Costa.
Rota da Farinha
O percurso turístico ‘Rota da Farinha’ foi criado pelo Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), para integrar os municípios de Macambira, São Domingos e Campo do Brito, por meio da lei estadual 8.772, de 15 de outubro de 2020. A Rota abrange um percurso de cerca de 12 quilômetros que perpassa pelos três municípios, que se destacam pela produção de mandioca e seus derivados, inclusive com a produção de farinha para exportação.
O Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac), promoveu um encontro com as equipes da Comissão Técnica da Rota da Farinha (CGT), nesta quarta-feira, 2, para buscar celeridade ao procedimento de licenciamento ambiental simplificado das casas de farinha dos municípios sergipanos de Macambira, Campo do Brito e São Domingos. No encontro, foi apresentado aos envolvidos um estudo acadêmico com soluções para minimizar os impactos da produção da farinha, por meio de filtros e fornos mais eficientes.
A secretária de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas, Deborah Dias, explica que a implantação da Rota da Farinha é uma iniciativa da gestão estadual que busca oferecer imersão na biodiversidade e na cultura local, com foco na preservação ambiental e no desenvolvimento sustentável. “O grupo tem como objetivo o fortalecimento da cadeia produtiva de mandioca e a Semac está contribuindo para possibilitar que áreas ambientais favoreçam essas atividades econômicas diferentes, mas com a garantia de sustentabilidade. É o que estamos fazendo com um dos principais destaques do roteiro, que é o potencial das áreas naturais incluídas no mosaico das unidades de conservação do Complexo Serra da Miaba, que está em fase final de criação”, detalha Deborah.
Para a gerente de Áreas Protegidas e Florestas de Sergipe, Valdelice Barreto, a reunião foi muito proveitosa para avançar nas tratativas. “Estamos buscando minimizar o impacto das casas de farinha, tratando como um projeto socioambiental para fomentar o ecoturismo na região da Serra da Miaba e proporcionar um turismo de experiência nas casas de farinha, culminando com a criação da unidade de conservação”, avaliou.
Visto que a mandioca é um indicador do avanço da destruição dos recursos florestais, o professor do Departamento de Engenharia Ambiental da Universidade Federal de Sergipe (UFS), José Jailton Marques, detalhou a sua pesquisa sobre a adequação tecnológica de fornos para casas de farinha, mostrando possíveis meios de redução de consumo de madeira como combustível, permitindo a utilização de outros combustíveis, garantindo boa eficiência de queima e maior aproveitamento técnico em relação aos fornos convencionais.
O diretor de Cultura e Turismo de Campo do Brito, Daniel Souza de Jesus, representou o prefeito do município, Manoel Médici, na reunião. “A sustentabilidade é o tema foco hoje em dia e as casas de farinha não podem ser deixadas de lado. A simplificação do seu processo de licenciamento e o ordenamento da produção também é muito importante nesse sentido. É um projeto visando o futuro. Para se ter uma ideia da relevância, em Campo do Brito, contamos com 600 casas de farinha. Mais de 60% garantido da renda do município em produção vem das casas de farinha. Então, a regulamentação vai ajudar bastante os nossos produtores” ressalta.
Entre os presentes, estiveram o secretário-executivo da Semac, Samir Souza Felipe; o prefeito de São Domingos, José Vagner de Oliveira; o prefeito de Macambira, José Carivaldo de Souza; o representante da Prefeitura de Campo do Brito, Daniel Souza de Jesus; os representantes da Associação das Casas de Farinha, Luiz Carlos da Lapa Santos e Carlos Lapa Santos; além do gerente de desenvolvimento Territorial do Banco do Nordeste em Sergipe, Lenin Fúlvio Matias Falcão de Freitas; do agente de desenvolvimento da Secretaria de Estado do Turismo de Sergipe, Valmir Lima de Santana; da diretora-técnica da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), Ingrid Cavalcanti Feitosa; da engenheira ambiental da Adema, Thássia Luiza Santana Costa.
Rota da Farinha
O percurso turístico ‘Rota da Farinha’ foi criado pelo Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), para integrar os municípios de Macambira, São Domingos e Campo do Brito, por meio da lei estadual 8.772, de 15 de outubro de 2020. A Rota abrange um percurso de cerca de 12 quilômetros que perpassa pelos três municípios, que se destacam pela produção de mandioca e seus derivados, inclusive com a produção de farinha para exportação.