No próximo dia 10 de dezembro, a Galeria J. Inácio abrirá suas portas para uma celebração especial: a exposição ‘43 anos: Vamos Celebrar a Galeria’, que celebra o aniversário desta importante unidade cultural sergipana. A partir das 19 horas, o espaço será aberto ao público, que poderá apreciar a arte de 28 artistas que, ao longo dos anos, fizeram parte da história da galeria e desenvolveram seu papel fundamental no cenário artístico. A abertura da exposição contará também com apresentação musical de Ciranda Montez.
A exposição traz um recorte de diversas linguagens e estéticas que marcaram a trajetória da galeria ao longo dessas mais de quatro décadas por meio de obras selecionadas que refletem a diversidade e a riqueza do cenário artístico atual. Cada um dos 28 artistas com peças no evento possui uma história única dentro do espaço da galeria, sendo figuras chave que ajudaram a consolidar sua identidade como um centro de inovação e troca cultural.
São eles: Adauto Machado, Adriana Dantas, Alan Adi, Alef Freire, Alessandra Cunha, Antônio da Cruz, Antônio Maia (in memorian), Crec Leão, Bené Santana, Elias Santos, Éverton, Fábio Sampaio, Flávio Antonini, Gabi Etinger, J. Inácio (in memorian), Leonardo Alencar (in memorian),, Jacira Moura, Márcio Garcez, Maria Francisca, Mozart Daltro, Ofá Modê, Otávio Luiz, Renata Voss, Roberto Muller, Sueli Nielsen, Vilma Rebouças,Wagner Kuroiwa e Zeus.
Fundada há 43 anos, a Galeria J. Inácio se tornou um dos pontos de referência para a arte no Brasil, tanto pela curadoria de inovações inovadoras quanto pelo suporte a artistas emergentes e consagrados. Este aniversário representa, além de uma marca importante de longevidade, a renovação contínua do olhar artístico e da busca por novas formas de expressão. Sob a coordenação de Jane Junqueira, a Galeria J. Inácio é um importante espaço de produção, circulação, exposição e valorização das obras de arte do artista sergipano.
Há quase 40 anos atuando nessa importante unidade cultural, Jane explica um pouco da história desse espaço tão importante. “A J. Inácio é uma galeria plural, por causa das linguagens, das artes visuais e a gente sempre faz um calendário de exposições comemorativas, que sejam importantes para o Estado de Sergipe, individuais e coletivas dos artistas que nos procuram ou e também dos que nós convidamos. A J. Inácio tem um legado, sem esquecer dos artistas iniciantes, o que é muito importante, e eu desejo que ela tenha longevidade, que ela seja eterna, como a arte é”, destaca Junqueira.
A exposição segue até o dia 28 de fevereiro de 2025 na Galeria J. Inácio, localizada na localizada na rua Vila Cristina, bairro 13 de Julho, Aracaju, em anexo à Biblioteca Pública Epiphânio Dória. A entrada é gratuita.
Sobre a galeria
Inaugurada em 10 de dezembro de 1981, a Galeria J. Inácio é um espaço democrático, dedicado a expor e promover os mais variados trabalhos dos artistas do nosso estado, do Brasil e do mundo. Por ela, já passaram exposições de artes plásticas e visuais, lançamentos de livros e apresentações artísticas. Dos consagrados aos novos, de artistas sergipanos a brasileiros e internacionais, exposições individuais e coletivas. Em média, são cerca de 100 artistas que expõem por ano na galeria, entre exposições individuais e coletivas.
Atualmente, a galeria está localizada no complexo da Biblioteca Pública Epiphanio Dória, no primeiro andar. Anteriormente, a J. Inácio ocupava o hall da biblioteca. Em 2015, a galeria passou por um processo de revitalização, com o objetivo de melhorar as condições da estrutura da galeria, para atender aos expositores e ao público da maneira mais confortável possível, e foi transferida para o espaço em que permanece até hoje.
Em 1983, a Galeria J. Inácio foi transferida para a rua Senador Rollemberg, no bairro São José, onde permaneceu até 1986, ano em que retornou ao seu local de fundação. Em virtude de uma reforma, após o retorno ao complexo da Epiphanio Dória, a galeria ficou fechada por quase três anos. Em 1991, foi reinaugurada e retomou as atividades.
Quem foi J. Inácio
A Galeria recebe este nome em homenagem a José Inácio, artista do povoado Bolandeira, em Arauá, há 98 quilômetros de Aracaju. José Inácio, ou simplesmente J. Inácio, tinha como marca registrada sua independência e originalidade em reproduzir com liberdade o que gostava de criar.
O arauaense teve uma vida totalmente dedicada à arte e encantava a todos com suas pinturas de linguagem subliminarmente expressionista. Suas obras tinham como inspiração a cultura regional, a natureza, retratos de amigos e personalidades do estado, as várias paisagens urbanas e rurais dos municípios sergipanos, as casas de farinha, assim como suas famosas bananeiras, símbolo maior de sua iconografia.
No próximo dia 10 de dezembro, a Galeria J. Inácio abrirá suas portas para uma celebração especial: a exposição ‘43 anos: Vamos Celebrar a Galeria’, que celebra o aniversário desta importante unidade cultural sergipana. A partir das 19 horas, o espaço será aberto ao público, que poderá apreciar a arte de 28 artistas que, ao longo dos anos, fizeram parte da história da galeria e desenvolveram seu papel fundamental no cenário artístico. A abertura da exposição contará também com apresentação musical de Ciranda Montez.
A exposição traz um recorte de diversas linguagens e estéticas que marcaram a trajetória da galeria ao longo dessas mais de quatro décadas por meio de obras selecionadas que refletem a diversidade e a riqueza do cenário artístico atual. Cada um dos 28 artistas com peças no evento possui uma história única dentro do espaço da galeria, sendo figuras chave que ajudaram a consolidar sua identidade como um centro de inovação e troca cultural.
São eles: Adauto Machado, Adriana Dantas, Alan Adi, Alef Freire, Alessandra Cunha, Antônio da Cruz, Antônio Maia (in memorian), Crec Leão, Bené Santana, Elias Santos, Éverton, Fábio Sampaio, Flávio Antonini, Gabi Etinger, J. Inácio (in memorian), Leonardo Alencar (in memorian),, Jacira Moura, Márcio Garcez, Maria Francisca, Mozart Daltro, Ofá Modê, Otávio Luiz, Renata Voss, Roberto Muller, Sueli Nielsen, Vilma Rebouças,Wagner Kuroiwa e Zeus.
Fundada há 43 anos, a Galeria J. Inácio se tornou um dos pontos de referência para a arte no Brasil, tanto pela curadoria de inovações inovadoras quanto pelo suporte a artistas emergentes e consagrados. Este aniversário representa, além de uma marca importante de longevidade, a renovação contínua do olhar artístico e da busca por novas formas de expressão. Sob a coordenação de Jane Junqueira, a Galeria J. Inácio é um importante espaço de produção, circulação, exposição e valorização das obras de arte do artista sergipano.
Há quase 40 anos atuando nessa importante unidade cultural, Jane explica um pouco da história desse espaço tão importante. “A J. Inácio é uma galeria plural, por causa das linguagens, das artes visuais e a gente sempre faz um calendário de exposições comemorativas, que sejam importantes para o Estado de Sergipe, individuais e coletivas dos artistas que nos procuram ou e também dos que nós convidamos. A J. Inácio tem um legado, sem esquecer dos artistas iniciantes, o que é muito importante, e eu desejo que ela tenha longevidade, que ela seja eterna, como a arte é”, destaca Junqueira.
A exposição segue até o dia 28 de fevereiro de 2025 na Galeria J. Inácio, localizada na localizada na rua Vila Cristina, bairro 13 de Julho, Aracaju, em anexo à Biblioteca Pública Epiphânio Dória. A entrada é gratuita.
Sobre a galeria
Inaugurada em 10 de dezembro de 1981, a Galeria J. Inácio é um espaço democrático, dedicado a expor e promover os mais variados trabalhos dos artistas do nosso estado, do Brasil e do mundo. Por ela, já passaram exposições de artes plásticas e visuais, lançamentos de livros e apresentações artísticas. Dos consagrados aos novos, de artistas sergipanos a brasileiros e internacionais, exposições individuais e coletivas. Em média, são cerca de 100 artistas que expõem por ano na galeria, entre exposições individuais e coletivas.
Atualmente, a galeria está localizada no complexo da Biblioteca Pública Epiphanio Dória, no primeiro andar. Anteriormente, a J. Inácio ocupava o hall da biblioteca. Em 2015, a galeria passou por um processo de revitalização, com o objetivo de melhorar as condições da estrutura da galeria, para atender aos expositores e ao público da maneira mais confortável possível, e foi transferida para o espaço em que permanece até hoje.
Em 1983, a Galeria J. Inácio foi transferida para a rua Senador Rollemberg, no bairro São José, onde permaneceu até 1986, ano em que retornou ao seu local de fundação. Em virtude de uma reforma, após o retorno ao complexo da Epiphanio Dória, a galeria ficou fechada por quase três anos. Em 1991, foi reinaugurada e retomou as atividades.
Quem foi J. Inácio
A Galeria recebe este nome em homenagem a José Inácio, artista do povoado Bolandeira, em Arauá, há 98 quilômetros de Aracaju. José Inácio, ou simplesmente J. Inácio, tinha como marca registrada sua independência e originalidade em reproduzir com liberdade o que gostava de criar.
O arauaense teve uma vida totalmente dedicada à arte e encantava a todos com suas pinturas de linguagem subliminarmente expressionista. Suas obras tinham como inspiração a cultura regional, a natureza, retratos de amigos e personalidades do estado, as várias paisagens urbanas e rurais dos municípios sergipanos, as casas de farinha, assim como suas famosas bananeiras, símbolo maior de sua iconografia.