O Centro de Excelência Nelson Mandela, em Aracaju, realiza nos dias 30 e 31 de julho, mais uma edição do Projeto Alma Africana: reconhecendo as diferenças, esperançando a equidade. Com programação no Teatro Atheneu, as atividades incluem uma roda de conversa sobre o ‘mulherismo africano’, entrega do Troféu Malungos e apresentações culturais que reforçam a valorização da identidade negra e a luta por equidade racial e de gênero.
No primeiro dia, 30, alunos e professores irão debater o tema ‘Mulherismo Africana: a potência de uma sensibilidade de mundo afrocentrada’, em um espaço de escuta e reflexão coletiva. Em seguida, a coordenação do projeto prestará homenagem a instituições e personalidades que, ao longo das últimas duas décadas, contribuíram para a consolidação do projeto em Sergipe.
Criado em 2022, o Troféu Malungos é uma premiação bianual que reconhece ações de apoio ao projeto. Nesta edição, serão homenageadas entidades como a Secretaria de Estado da Educação, a Assessoria de Comunicação da Seed, a Diretoria de Educação de Aracaju (DEA), o Departamento de Alimentação Escolar (DAE), o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas/UFS, o Instituto Braços, o Síntese, além de parlamentares, lideranças quilombolas, educadores (as) e militantes de movimentos sociais.
Durante a cerimônia, o público poderá prestigiar diversas apresentações culturais, com destaque para o grupo de maracatu formado por professores (as) aposentados (as), liderado pelo professor e artista Milton Leite. “Essa é uma rede de apoio e solidariedade que assegura a implementação do Alma Africana, um projeto cinco vezes premiado em menos de três anos, com duas premiações nacionais”, ressalta a professora Adalcy Costa dos Santos, da equipe de coordenação.
Na quinta-feira, 31, encerrando a programação, será reapresentado o espetáculo ‘A Elza que vi’, sucesso de público em 2024 e visto por mais de 3 mil pessoas. A montagem é do Grupo ParlaCênico de Teatro e terá como público estudantes e professores do Colégio de Aplicação (Codap/UFS) e do Centro de Excelência Dom Luciano. “A força da cantora Elza Soares, a voz do milênio, não cessa de contagiar a plateia por onde quer que o projeto passe. O grupo já tem apresentações agendadas até novembro”, destaca o professor Evanilson Tavares de França, um dos coordenadores do projeto.
Sobre o Projeto Alma Africana
A origem do Projeto Alma Africana remonta ao ano de 2005, quando o professor Evanilson, ao lado de colegas educadoras, criou o projeto Sentireis – Sentir para transformar, resistir para erradicar as injustiças sociais, na Escola Estadual Professor Benedito Oliveira, no Conjunto Orlando Dantas, em Aracaju. O objetivo sempre foi o de promover a participação ativa da comunidade escolar, da comunidade local e dos movimentos sociais, fortalecendo a educação antirracista.
Ao longo dos anos, o Sentireis transformou-se no atual Projeto Alma Africana, que ganhou projeções estadual e nacional. Atualmente desenvolvido no Centro de Excelência Nelson Mandela, o projeto soma importantes premiações, entre elas: o Selo ODS nas edições 2023 e 2024; o Troféu ODS 2023 e o Prêmio Educar com Equidade Racial e de Gênero (2024).
“O Selo ODS Educação 2024 contou com o reconhecimento da Organização das Nações Unidas (ONU) e foi o único projeto do Nordeste, da escola pública e da Educação Básica a conquistar a honraria este ano”, enfatiza o professor Evanilson.
Coordenado pelas professoras Adalcy Costa dos Santos, Elisangela de Andrade Santos, Gilmara de Souza Neto, Mariza Santos Cajé, Sheila Rodrigues dos Santos Vega, pela atriz Talita dos Santos e pelo professor Evanilson Tavares de França, o Projeto Alma Africana segue como uma referência de resistência, valorização da cultura afro-brasileira e educação transformadora em Sergipe e no Brasil.
O Centro de Excelência Nelson Mandela, em Aracaju, realiza nos dias 30 e 31 de julho, mais uma edição do Projeto Alma Africana: reconhecendo as diferenças, esperançando a equidade. Com programação no Teatro Atheneu, as atividades incluem uma roda de conversa sobre o ‘mulherismo africano’, entrega do Troféu Malungos e apresentações culturais que reforçam a valorização da identidade negra e a luta por equidade racial e de gênero.
No primeiro dia, 30, alunos e professores irão debater o tema ‘Mulherismo Africana: a potência de uma sensibilidade de mundo afrocentrada’, em um espaço de escuta e reflexão coletiva. Em seguida, a coordenação do projeto prestará homenagem a instituições e personalidades que, ao longo das últimas duas décadas, contribuíram para a consolidação do projeto em Sergipe.
Criado em 2022, o Troféu Malungos é uma premiação bianual que reconhece ações de apoio ao projeto. Nesta edição, serão homenageadas entidades como a Secretaria de Estado da Educação, a Assessoria de Comunicação da Seed, a Diretoria de Educação de Aracaju (DEA), o Departamento de Alimentação Escolar (DAE), o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas/UFS, o Instituto Braços, o Síntese, além de parlamentares, lideranças quilombolas, educadores (as) e militantes de movimentos sociais.
Durante a cerimônia, o público poderá prestigiar diversas apresentações culturais, com destaque para o grupo de maracatu formado por professores (as) aposentados (as), liderado pelo professor e artista Milton Leite. “Essa é uma rede de apoio e solidariedade que assegura a implementação do Alma Africana, um projeto cinco vezes premiado em menos de três anos, com duas premiações nacionais”, ressalta a professora Adalcy Costa dos Santos, da equipe de coordenação.
Na quinta-feira, 31, encerrando a programação, será reapresentado o espetáculo ‘A Elza que vi’, sucesso de público em 2024 e visto por mais de 3 mil pessoas. A montagem é do Grupo ParlaCênico de Teatro e terá como público estudantes e professores do Colégio de Aplicação (Codap/UFS) e do Centro de Excelência Dom Luciano. “A força da cantora Elza Soares, a voz do milênio, não cessa de contagiar a plateia por onde quer que o projeto passe. O grupo já tem apresentações agendadas até novembro”, destaca o professor Evanilson Tavares de França, um dos coordenadores do projeto.
Sobre o Projeto Alma Africana
A origem do Projeto Alma Africana remonta ao ano de 2005, quando o professor Evanilson, ao lado de colegas educadoras, criou o projeto Sentireis – Sentir para transformar, resistir para erradicar as injustiças sociais, na Escola Estadual Professor Benedito Oliveira, no Conjunto Orlando Dantas, em Aracaju. O objetivo sempre foi o de promover a participação ativa da comunidade escolar, da comunidade local e dos movimentos sociais, fortalecendo a educação antirracista.
Ao longo dos anos, o Sentireis transformou-se no atual Projeto Alma Africana, que ganhou projeções estadual e nacional. Atualmente desenvolvido no Centro de Excelência Nelson Mandela, o projeto soma importantes premiações, entre elas: o Selo ODS nas edições 2023 e 2024; o Troféu ODS 2023 e o Prêmio Educar com Equidade Racial e de Gênero (2024).
“O Selo ODS Educação 2024 contou com o reconhecimento da Organização das Nações Unidas (ONU) e foi o único projeto do Nordeste, da escola pública e da Educação Básica a conquistar a honraria este ano”, enfatiza o professor Evanilson.
Coordenado pelas professoras Adalcy Costa dos Santos, Elisangela de Andrade Santos, Gilmara de Souza Neto, Mariza Santos Cajé, Sheila Rodrigues dos Santos Vega, pela atriz Talita dos Santos e pelo professor Evanilson Tavares de França, o Projeto Alma Africana segue como uma referência de resistência, valorização da cultura afro-brasileira e educação transformadora em Sergipe e no Brasil.