Os produtores do Programa de Desenvolvimento Territorial (Prodeter), na região agreste sergipana, estão enfrentando desafios no cultivo da batata-doce, resultando na baixa produtividade e em prejuízos. Em resposta a essa demanda, a equipe da Coordenadoria de Agroecologia da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) e os técnicos da unidade de Itabaiana realizaram uma visita técnica no povoado Siebra, em Malhador, e identificaram dois problemas fitossanitários significativos nos campos de batata-doce: alta incidência do mal-do-pé e da broca do coleto.
O principal sintoma das doenças é a podridão nas hastes da planta de batata-doce, que se alastra até as raízes causando morte do vegetal. A equipe técnica da Emdagro informou aos agricultores que atualmente não existem fungicidas registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para essas pragas no Brasil, o que exige encontrar métodos alternativos de controle.
Segundo o coordenador de Agroecologia da Emdagro, Waltenis Braga, a adoção do controle biológico representa uma alternativa sustentável e economicamente vantajosa para os produtores de batata-doce. “Isso especialmente em face das restrições e custos associados aos produtos químicos”, destacou. A equipe técnica enfatiza a importância de continuar investindo em pesquisas e práticas que promovam a saúde das culturas e a sustentabilidade ambiental.
O controle biológico é uma técnica utilizada para gerenciar pragas e doenças nas plantas e animais de uma forma natural. Emprega organismos vivos, como predadores, parasitas ou competidores naturais para reduzir a população ou limitar o impacto dos vetores que causam doenças. Além de ser ambientalmente correta, é economicamente viável, considerando os custos comparativos entre produtos químicos e biológicos.
A visita técnica aos produtores de batata-doce é o início de uma série de ações planejadas para apoiar os agricultores da região agreste do estado. A Emdagro está comprometida em fornecer suporte contínuo e compartilhar conhecimentos sobre práticas agrícolas inovadoras que beneficiem a produção local de batata-doce e outras culturas. “Com essas iniciativas, esperamos não apenas melhorar a produtividade e a saúde das culturas, mas também fortalecer a economia local e promover práticas agrícolas mais sustentáveis, garantindo um futuro promissor para os produtores da região agreste”, concluiu Waltenis.
Os produtores do Programa de Desenvolvimento Territorial (Prodeter), na região agreste sergipana, estão enfrentando desafios no cultivo da batata-doce, resultando na baixa produtividade e em prejuízos. Em resposta a essa demanda, a equipe da Coordenadoria de Agroecologia da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) e os técnicos da unidade de Itabaiana realizaram uma visita técnica no povoado Siebra, em Malhador, e identificaram dois problemas fitossanitários significativos nos campos de batata-doce: alta incidência do mal-do-pé e da broca do coleto.
O principal sintoma das doenças é a podridão nas hastes da planta de batata-doce, que se alastra até as raízes causando morte do vegetal. A equipe técnica da Emdagro informou aos agricultores que atualmente não existem fungicidas registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para essas pragas no Brasil, o que exige encontrar métodos alternativos de controle.
Segundo o coordenador de Agroecologia da Emdagro, Waltenis Braga, a adoção do controle biológico representa uma alternativa sustentável e economicamente vantajosa para os produtores de batata-doce. “Isso especialmente em face das restrições e custos associados aos produtos químicos”, destacou. A equipe técnica enfatiza a importância de continuar investindo em pesquisas e práticas que promovam a saúde das culturas e a sustentabilidade ambiental.
O controle biológico é uma técnica utilizada para gerenciar pragas e doenças nas plantas e animais de uma forma natural. Emprega organismos vivos, como predadores, parasitas ou competidores naturais para reduzir a população ou limitar o impacto dos vetores que causam doenças. Além de ser ambientalmente correta, é economicamente viável, considerando os custos comparativos entre produtos químicos e biológicos.
A visita técnica aos produtores de batata-doce é o início de uma série de ações planejadas para apoiar os agricultores da região agreste do estado. A Emdagro está comprometida em fornecer suporte contínuo e compartilhar conhecimentos sobre práticas agrícolas inovadoras que beneficiem a produção local de batata-doce e outras culturas. “Com essas iniciativas, esperamos não apenas melhorar a produtividade e a saúde das culturas, mas também fortalecer a economia local e promover práticas agrícolas mais sustentáveis, garantindo um futuro promissor para os produtores da região agreste”, concluiu Waltenis.